Hannah McKay/ Reuters
Hannah McKay/ Reuters

No dia seguinte a atentado, agentes prendem 12 pessoas em subúrbio de Londres

Comando Antiterrorismo da Polícia Metropolitana realizou operação em subúrbio da zona leste de Londres

O Estado de S.Paulo

04 de junho de 2017 | 08h19

Após diversos veículos de imprensa ingleses adiantarem, o Comando Antiterrorismo da Polícia Metropolitana confirmou, por meio de nota, que prendeu 12 pessoas na manhã deste domingo, 4, supostamente ligadas ao atentado realizado em Londres na noite anterior, na Ponte de Londres e no Borough Market. A operação foi realizada em Barking, bairro suburbano localizado na zona leste da cidade. Segundo a agência de notícias Reuters, quatro mulheres foram escoltadas pela polícia para fora de um prédio de apartamentos. 

Horas antes, imagens divulgadas pela emissora britânica Sky News e também publicadas nas redes sociais mostravam um perímetro em torno de um edifício de apartamentos no bairro. De acordo com a polícia, as buscas na região ainda estão em andamento. 

Entre os 48 feridos do atentado estão um oficial da Polícia Britânica de Transportes e um outro policial de folga. "Ambos estão hospitalizados com ferimentos graves, no entanto nenhum deles corre risco de morte", cita o comunicado. 

Agentes policiais mataram a tiros três terroristas que realizaram o atentado, na região central de Londres, no qual sete pessoas morreram e outras 48 ficaram feridas. Primeiramente, uma van em alta velocidade se dirigiu a diversos pedestres na Ponte de Londres. Logo depois, três homens desceram do veículo e foram ao Borough Market, popular ponto boêmio da cidade. Lá, atacaram diversos civis com facas e foram mortos a tiros pela polícia local.

Em pronunciamento na manhã deste domingo, 4, a primeira-ministra britânica, Theresa May, confirmou o número de vítimas e  ainda declarou que "diversas pessoas hospitalizadas estão em estado crítico". A premiê ainda afirmou que "é hora de dizer que isso chegou ao limite. Todos devemos viver nossas vidas como normalmente faríamos. Nossa sociedade deve continuar a funcionar de acordo com os nossos valores. Mas quando nos referimos à luta contra o extremismo e o terrorismo, as coisas precisam mudar." 

/COM INFORMAÇÕES DAS AGÊNCIAS AP E REUTERS

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