Novas sanções planejadas pela UE são 'ato inamistoso', diz Rússia

A Rússia qualificou nesta quinta-feira como "ato inamistoso" os planos da União Europeia de ampliar a lista de pessoas, entre as quais russos, que serão alvo de sanções em razão da crise na Ucrânia, incluindo o congelamento de bens e proibição de viagens para o bloco de 28 países.

REUTERS

10 de julho de 2014 | 11h57

Na quarta-feira, um diplomata da UE disse que o bloco havia concordado em acrescentar mais 11 nomes à lista, medida que provavelmente passaria a ter efeito no sábado.

"Nossa atitude em relação a listas de sanções não mudou", disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da Rússia, Alexander Lukashevich. "Esse é um ato inamistoso que só reflete o estado geral de nosso relacionamento com a UE."

"Nós estamos totalmente convencidos de que esse não é um método de cooperação entre grandes atores como a Rússia e a União Europeia."

O diplomata em Bruxelas afirmou, depois de uma reunião de embaixadores da UE para tratar do assunto, que a lista consiste principalmente de separatistas ucranianos, mas poderia incluir também "um ou dois russos".

(Reportagem de Gabriela Baczynska)

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