Madeleine desapareceu em maio de 2007
Madeleine desapareceu em maio de 2007

Pais de Madeleine recorrem à Justiça portuguesa para barrar livro sobre o caso

Na época, ex-policial que publicou obra dirigiu investigações do desaparecimento da menina

Efe

11 de novembro de 2010 | 04h39

LISBOA - Os pais da menina britânica Madeleine McCann anunciaram na quarta-feira, 10, que recorreram ao Supremo Tribunal de Portugal para impedir a venda do livro do ex-policial português Gonçalo Amaral, que relaciona o casal com o desaparecimento de sua filha.

Os advogados de Kate e Gerry McCann, que chegaram a Lisboa na quarta-feira, 10, disseram aos jornalistas que o casal insistiu também em pedir a reabertura do caso Madeleine, fechado um ano depois do desaparecimento da menina, em 3 de maio de 2007, em um apartamento de férias no sul de Portugal.

Os McCann esperam que o Superior Tribunal mantenha a proibição de venda do livro Maddie - A Verdade da Mentira, que havia sido anulada por um tribunal de apelação no mês passado.

O livro foi publicado pelo inspetor da Polícia portuguesa que dirigiu a investigação, Gonçalo Amaral, que se aposentou antecipadamente e não conseguiu provar suas suspeitas de que o casal McCann escondia a morte acidental da filha.

O casal de médicos britânicos insistiu nesta quarta-feira em Lisboa que Madeleine pode estar viva, o que torna fundamental a reabertura do seu caso para reativar a busca.

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