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Papa pede que lembrança da 2ª Guerra sirva de exemplo

Em reza dominical, Bento XVI reforça a necessidade de que se intensifiquem os esforços para construir a paz

Efe,

06 de setembro de 2009 | 08h53

O papa Bento XVI evocou nesta domingo, 6, os fatos que deram início à Segunda Guerra Mundial e pediu que a lembrança desse conflito sirva para que não se repitam "essas barbaridades" e a fim de intensificar os esforços para construir a paz.

 

Bento XVI fez este pedido após sua tradicional reza dominical do Ângelus, queneste domingo, 6, foi celebrada na cidade de Viterbo, próxima a Roma e conhecida como a cidade dos papas, durante a qual definiu esse conflito bélico como "um dos mais terríveis da história".

 

Além disso, o pontífice destacou a contribuição que as religiões "podem e devem dar no perdão e na reconciliação contra a violência, o racismo, o totalitarismo, e o extremismo que mancham a imagem do Criador no homem".

 

O papa dedicou palavras às "várias personalidades e representantes de várias religiões" que participam nestes dias em Cracóvia, na Polônia, do Encontro Internacional de Povos e Religiões, que se reuniram para rezar a favor da paz coincidindo com o início da Segunda Guerra Mundial há 70 anos.

 

"Não podemos não lembrar os dramáticos fatos que deram começo a um dos mais terríveis conflitos da história, que causou dezenas de milhões de mortos e que provocou tanto sofrimento ao amado povo polonês; um conflito que viu a tragédia do Holocausto e o extermínio de inocentes", disse.

 

"Que a memória desses eventos nos levem a rezar pelas vítimas e por aqueles que ainda têm as feridas no corpo e no coração", disse.

 

Bento XVI chegou na manhã deste domingo, 6, a Viterbo e visitou a sala do Conclave do Palácio dos Papas, onde, em 1268, o governador da cidade trancou com chave os cardeais para que elegessem um novo pontífice, já que os sacerdotes tinham deixado vaga a sede apostólica durante mais de dois anos, após a morte de Clemente IV.

 

Do Conclave de Viterbo saiu eleito Gregorio X, que regulamentou através da constituição Ubi Periculum, de 1274, a escolha do Pontífice.

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