Para integrante da Pussy Riot, anistia de Putin é 'truque'

Maria Alyokhina, integrante da banda punk de protesto russa Pussy Riot, disse que a anistia que resultou em sua libertação da prisão nesta segunda-feira foi um "truque de relações públicas", e que teria rejeitado deixar a prisão se tivesse opção.

Reuters

23 de dezembro de 2013 | 07h50

"Não acho que esse é um ato humanitário", disse Alyokhina ao canal de TV Dozhd e a sites russos sobre a anistia, que foi proposta pelo presidente Vladimir Putin e aprovada pelo Congresso. "Acho que é um truque de relações públicas."

(Reportagem de Alissa de Carbonnel)

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