Pequim defende paz e reconciliação étnica nos Bálcãs

Última vez que governo chinês se pronunciou sobre o assunto foi na declaração de independência de Kosovo

Efe,

23 de julho de 2008 | 04h38

A China pediu nesta quarta-feira, 23, que "todas as partes envolvidas tratem de maneira adequada" a detenção do ex-líder político servo-bósnio Radovan Karadzic, para promover a paz e a reconciliação étnica nos Bálcãs. Um porta-voz oficial do Ministério de Assuntos Exteriores chinês disse nesta quarta-feira à Agência Efe que Pequim "tomou conhecimento da detenção e das reações das partes envolvidas". "Desejamos que todas as partes possam tratar o assunto de forma adequada com o objetivo de promover a paz e a estabilidade na região da antiga Iugoslávia e a reconciliação das nacionalidades", afirmou. Pequim tinha se pronunciado sobre a situação nos Bálcãs pela última vez em fevereiro, quando expressou sua "profunda preocupação" com a independência do Kosovo. O governo chinês afirmou na ocasião que a declaração unilateral de independência do Kosovo pode influenciar negativamente na paz e na estabilidade dos Bálcãs. "A China se preocupa muito com a ação unilateral do Kosovo e observa de perto a declaração de independência", disse o porta-voz oficial de Assuntos Exteriores, Liu Jianchao.

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