Phill Noble
Phill Noble

Reino Unido reduz nível de ameaça terrorista após atividade policial

Polícia britânica prendeu mais dois homens, de 20 e 22 anos, depois de realizar uma 'explosão controlada' durante uma operação no norte de Manchester

O Estado de S.Paulo

27 de maio de 2017 | 08h39
Atualizado 27 de maio de 2017 | 16h05

LONDRES - O Reino Unido reduziu seu nível de ameaça de segurança para "grave" neste sábado, 27, após "significativa atividade" da polícia que investiga o atentado em um show da cantora americana Ariana Grande em Manchester, disse a primeira-ministra britânica, Theresa May. O ataque deixou 22 mortos, entre eles muitas crianças.

Mais cedo, a polícia, em uma caçada de uma rede suspeita envolvida com o terrorista Salman Abedi, homem-bomba que realizou o atentado na noite de segunda-feira 22, afirmou ter feito duas novas prisões durante a noite, uma vez que eram próximos de outros possíveis membros da célula.

May disse que isso significa que o órgão independente responsável por determinar o nível de ameaça decidiu rebaixá-lo do nível mais alto, "crítico", para "grave". "Uma significativa atividade policial ocorreu nas últimas 24 horas e há agora 11 suspeitos sob custódia", informou a premiê. "Ao público deve ficar claro o que isso significa. Um nível de ameaça grave significa que um ataque é altamente provável. O país deve permanecer vigilante."

A avaliação de ameaça agora voltou ao nível que estava antes do ataque em Manchester, noroeste do Reino Unido, e significa que os soldados que têm auxiliado a polícia serão retirados das ruas a partir da meia-noite de segunda-feira.

Prisões. Uma operação policial estava em andamento na tarde deste sábado em Manchester, no bairro de Moss Side, onde um homem foi detido no dia anterior. Um enorme cordão de isolamento foi estabelecido, enquanto um helicóptero sobrevoava a área.

Nesta manhã, a polícia prendeu dois homens de 20 e 22 anos após realizar uma "explosão controlada" durante uma operação no distrito de Cheetham Hill, ao norte de Manchester, segundo um comunicado. / REUTERS e AFP

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