John Linton/AP
John Linton/AP

Polícia tenta localizar piloto de parapente que sobrevoou hotel de Trump na Escócia

Em forma de protesto, um integrante do Greenpeace realizou um voo sobre o resort onde o presidente está hospedado; autoridades escocesas dizem que houve 'ofensa criminal'

O Estado de S.Paulo

14 Julho 2018 | 09h19

A polícia escocesa está tentando localizar neste sábado, 14, um piloto de parapente que carregava uma bandeira de protesto do Greenpeace sobre o campo de golfe do hotel onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está hospedado após visita à rainha da Inglaterra, Elizabeth II.

O inspetor Stephen McCulloch disse que o manifestante violou uma zona de exclusão aérea sobre o hotel Turnberry e cometeu uma ofensa criminal.

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O Greenpeace afirma que o parapente carregou um banner dizendo "Trump: Well Below Par" (Trump: bem abaixo da média) na sexta-feira, 13, à noite para protestar contra suas políticas ambientais e de imigração.

O grupo alegou que o protesto forçou Trump a se esconder, com uma declaração apontando que "quando o planador apareceu no alto, o presidente foi visto correndo direto para a entrada do resort".

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Os ambientalistas dizem que haviam informado a polícia sobre o voo cerca de 10 minutos antes da chegada do parapente. Milhares de pessoas devem se juntar a protestos anti-Trump na Escócia no sábado.

 

/ Associated Press

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