Premiê turco diz que mundo não pode ser 'espectador' de Aleppo

Ações internacionais devem ser tomadas para lidar com o cerco militar das forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, ao redor da cidade de Aleppo e a ameaça da Síria em usar armas químicas, disse o primeiro-ministro turco, Recep Erdogan, nesta sexta-feira.

Reuters

27 de julho de 2012 | 17h01

"Há um aumento (da presença militar) em Aleppo e as recentes declarações, com respeito ao uso de armas de destruição em massa, são ações que não podemos permanecer como observadores ou espectadores", disse ele em entrevista conjunta com o premiê britânico, David Cameron, em Londres.

"Medidas precisam ser tomadas em conjunto dentro do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a Organização dos Países Islâmicos, a Liga Árabe, e nós devemos trabalhar juntos para tentar superar a situação", disse Erdogan.

Cameron afirmou que a Grã-Bretanha e a Turquia estavam preocupados com as indicações de que o governo de Assad estava prestes a realizar "alguns atos verdadeiramente terríveis ao redor e na cidade de Aleppo".

"Isso poderia ser completamente inaceitável. Esse regime precisa perceber que é ilegítimo, que é errado, e que precisa parar com o que está fazendo", disse Cameron.

(Reportagem de Tim Castle)

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