Presidente turco diz que não foi pago resgate pela libertação de reféns

O presidente turco Tayyip Erdogan afirmou neste domingo que nenhum resgate foi pago pela libertação de reféns turcos mantidos pelo Estado Islâmico no Iraque e que isso foi resultado de negociações diplomáticas e políticas.

REUTERS

21 de setembro de 2014 | 09h18

Agentes da inteligência turca levaram 46 reféns sequestrados por militantes do Estado Islâmicos no norte do Iraque de volta à Turquia no sábado após mais de três meses, no que Erdogan descreveu como uma operação de resgate secreta.

"Uma negociação material está totalmente descartada...Esse é um sucesso diplomático", disse ele antes de viajar para a Assembléia Geral da ONU.

Os reféns, incluindo o cônsul-geral da Turquia, filhos de diplomatas e soldados de forças especiais, foram sequestrados no consulado turco em Mosul em 11 de junho durante avanço dos insurgentes sunitas.

(Reportagem de Seda Sezer)

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