Arquivo/Reuters
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Prostituta nega fazer parte de complô contra Berlusconi

Revista do grupo Berslusconi indicava possível complô de juízes, políticos e jornalistas contra premiê

Efe,

29 de janeiro de 2010 | 18h30

A prostituta de luxo que garante ter mantido relações sexuais com o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, negou que faça parte de um complô junto a juízes, políticos e jornalistas contra o político, como publicou nesta sexta-feira, 29, a revista italiana Panorama.

 

Por meio de um comunicado divulgado pelo escritório de advogados que a representa, Patrizia D'Addario desmentiu a existência de tal complô e pediu que a Justiça se encarregue de esclarecer os fatos "o mais rápido possível para dissipar qualquer dúvida".

 

A revista Panorama, do grupo editorial Mondadori, faz parte do império empresarial de Berlusconi. De acordo com a publicação, a Promotoria de Bari (sul) investiga um possível complô de magistrados, políticos e jornalistas contra o chefe de Governo italiano.

 

Além disso, a revista citava D'Addario como uma das pessoas investigadas por esta suposta trama. Segundo a revista, os investigadores teriam concluído que D'Addario teria sido escolhida para "comprometer a reputação" de Berlusconi.

 

A negação de D'Addario se junta ao da própria Promotoria, que refutou a existência da investigação.

 

O escândalo pelas festas em companhia de prostitutas realizadas em propriedades de Berlusconi veio a público em junho passado, quando o jornal La Repubblica informou que a Promotoria de Bari investigava essas reuniões privadas por um suposto incentivo à prostituição - foi aí que o nome de Patrizia D'Addario apareceu.

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