Raúl Castro apóia Rússia no conflito contra a Geórgia

Presidente cubano afirma que tropas de Moscou 'não cometeram nenhuma ilegalidade'

Efe,

11 de agosto de 2008 | 00h41

O presidente cubano, Raúl Castro, declarou neste domingo, 10, seu apoio à Rússia na solicitação de uma retirada prévia das forças da Geórgia da região de conflito na Ossétia do Sul para chegar a uma cessação das hostilidades. Para Raúl, as tropas de Moscou "não cometeram nenhuma ilegalidade". Veja também:Rússia bombardeia Tbilisi e Bush diz que ofensiva é 'inaceitável'Rússia ataca Gori; Cruz Vermelha enviará remédios à Georgia UE anuncia envio de ajuda humanitária à Ossétia do SulONU pede corredor humanitário para os civis da Ossétia do SulOtan diz que Rússia violou integridade territorial na GeórgiaGeórgia anuncia retirada de tropas da capital da Ossétia do SulEntenda o conflito separatista na Geórgia Assista ao vídeo no Youtube  Professor comenta a situação no Cáucaso  Galeria de fotos do conflito  O general Castro considera que as tropas russas "estavam legalmente na Ossétia do Sul como força destinada a garantir a paz como conhece a opinião pública internacional", em uma declaração divulgada esta noite. "É falso que a Geórgia esteja defendendo a soberania nacional", afirma. Além disso, assinala que no dia 8 de agosto "a Geórgia, em cumplicidade com o governo dos Estados Unidos, lançou suas forças contra a Ossétia do Sul tentando ocupar a capital". "Cuba, ameaçada pelas forças dos Estados Unidos, não pode, como uma questão de princípios, aceitar um cessar-fogo sem a retirada dos invasores. Se fosse atacada por forças estrangeiras jamais admitiria tal tipo de cessar-fogo", acrescentou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.