Refugiados por conflito na Geórgia chegam a 100 mil, diz ONU

Nações Unidas criticam governos por não cumprirem acordo de acesso às vítimas do confronto no Cáucaso

Jamil Chade, O Estado de S. Paulo

12 de agosto de 2008 | 07h29

Os conflitos na Georgia já fizeram 100 mil refugiados e pessoas que foram obrigadas a deixar suas casas. O alerta foi dado pelas Nações Unidas (ONU) que nesta terça-feira, 12, em sua sede em Genebra, acusou os governos de não cumprirem com um acordo de dar acesso às vitimas.   Veja também: Rússia ordena fim da ação militar contra a Geórgia Ouça o relato de Lourival Sant'Anna  Roberto Godoy e Cristiano Dias comentam o conflito Imagens feitas direto da capital da Geórgia    A ONU acredita que número de feridos e mortos é substancial. Algumas cidades estariam sendo esvaziadas. No final de semana, os governos da Rússia e da Georgia indicaram que estavam dispostos a abrir dois corredores humanitários para permitir que as entidades internacionais possam resgatar as vítimas.   Agora, não há garantias de que os governos vão cumprir a promessa de dar acesso as vitimas. Para a ONU, se essa situação for mantida, centenas podem não sobreviver diante da falta de tratamento, água potável e alimentos.

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