Rússia descreve líder da Geórgia como 'patológico'

A Rússia marcou o terceiro aniversário da guerra contra a Geórgia na segunda-feira afirmando que não renovará os laços com Tbilisi enquanto o presidente "mal educado" e "patológico" estiver no poder.

REUTERS

08 de agosto de 2011 | 14h15

O noticiário russo foi dominado por imagens da guerra de 2008 e mostrou o presidente Dmitry Medvedev inspecionando a base militar de Molkino, no sul da Rússia, onde elogiou os soldados que lutaram no conflito para reprimir o "agressor" georgiano.

O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, foi além, dizendo que Moscou não faria negócios diretos com Tbilisi enquanto o presidente Mikheil Saakashvili fosse presidente.

"Não teremos negócios com um homem que deu a ordem criminosa para matar forças de paz e ordenou a morte de civis pacíficos, incluindo cidadãos russos", afirmou Lavrov a Moscou.

"Saakashvili é, claro, um caso patológico e uma anomalia entre a população georgiana. Ele é claramente muito mal educado...Não associamos os georgianos com essa pessoa", acrescentou.

(Reportagem de Alissa de Carbonnel e Alexei Anishchuk)

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