Sarkozy recupera parte da sua popularidade, diz pesquisa

Presidente frances é aprovado por 37%, 5 pontos a mais do que abril; museu apresenta seu boneco de cera

REUTERS

05 de junho de 2008 | 09h52

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, recuperou em maio parte da popularidade que vinha perdendo nos meses anteriores, segundo pesquisa do instituto TNS Sofres divulgada nesta quinta-feira, 5, pela revista do jornal Le Figaro.  A aprovação saltou de 32% em abril para 37% na nova pesquisa, enquanto a rejeição caiu de 66 para 61%. A revista diz que esses dados mostram "o começo de um caminho mais ensolarado" para Sarkozy, cuja lua-de-mel com o eleitorado depois da posse, há um ano, durou apenas até dezembro. O estilo de vida de Sarkozy (inclusive seu casamento com a ex-modelo Carla Bruni, após menos de três meses de namoro) e a perda do poder aquisitivo da população provocaram a queda na popularidade dele. Várias pesquisas recentes mostravam que nunca um presidente francês teve uma aprovação tão baixa após apenas um ano de mandato. Sarkozy reagiu expondo menos a sua vida privada e tentando projetar a imagem de um presidente trabalhador, que pretende a qualquer custo realizar reformas que melhorem a vida dos franceses. A pesquisa do Figaro mostrou que as políticas públicas contra o desemprego e a corrosão do poder de compra ganharam popularidade em maio pela primeira vez neste ano, o que pode explicar a melhoria na aprovação do presidente. Outra boa notícia para Sarkozy na quinta-feira vem dos dados de desemprego, que caiu no primeiro trimestre para 7,2 por cento, menor índice na França continental nos últimos 25 anos.  A meta de Sarkozy é encerrar seu mandato, em 2012, com desemprego de 5%.   Além disso, o Museu Madame Tussauds, em Londres, exibe a partir desta quinta-feira, 5, a estátua de cera do presidente francês. A artista Clare Galvin deu os últimos reparos na obra e as primeiras imagens foram divulgadas nesta quinta.

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