Traficantes italianos usam cobra rara para proteger cocaína

A polícia italiana apreendeu uma cobra albina rara durante uma operação em Roma, nesta quarta-feira, contra traficantes de drogas que utilizavam a serpente para guardar cocaína e intimidar clientes em dívida.

REUTERS

11 de agosto de 2010 | 14h15

A cobra de 3 metros atacou um policial quando ele invadiu um apartamento onde os traficantes aparentemente preparavam a cocaína para distribuição. A polícia florestal precisou ser acionada para capturar o animal.

"Quando nós entramos, encontramos o animal bem atrás da porta, esperando por nós como se fosse um cão de guarda", disse o tenente Luca Gelormino.

"Ficamos surpresos ao encontrar 200 gramas de cocaína muito pura debaixo da cobra. Ela estava guardando. Por nossa investigação, podemos dizer que ela era treinada para cuidar das drogas."

O animal estava sem comer há sete dias para ficar bastante agressivo, mas acalmou depois que recebeu um pedaço generoso de frango, de acordo com a polícia.

A serpente, que de acordo com a polícia florestal é de Guiné e tem um alto valor no mercado negro de animais, foi levada para um zoológico de Roma. A polícia prendeu 12 pessoas na operação.

(Reportagem de Ella Ide)

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