Unicef denuncia que 40% das crianças-soldado são meninas

Mais de 250 mil crianças sofrem abuso em confitos na África, Ásia, Oriente Médio e América do Sul

Efe,

17 de setembro de 2007 | 15h25

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) denunciou, nesta segunda-feira, em Colônia, oeste da Alemanha, o abuso sofrido por mais de 250 mil crianças que participaram de diversos conflitos. Deste total, cerca de 40% são meninas.   De acordo com um estudo da Unicef, África, Ásia, Oriente Médio e América do Sul recrutam crianças a partir dos nove anos para empunhar armas, apesar da proibição mundial. "O abuso de crianças como soldados é uma das maiores violações dos direitos humanos que acontecem no mundo", afirma Dietrich Garlichs, presidente do Unicef na Alemanha. O estudo aponta que é fundamental que as crianças, que sofrem com desequilíbrios pós-traumáticos, recuperem uma "vida normal".   Enquanto o Unicef luta há 53 anos contra mutilações genitais e abuso de menores no mundo inteiro, o organismo na Alemanha luta para salvaguardar os direitos da criança na Constituição.   No domingo, o organismo da ONU organizou um evento na Potsdamer Platz berlinense para lançar uma campanha com o lema "As crianças têm direitos".

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