Viagem de príncipe William ao Afeganistão causa controvérsia

Críticos no Reino Unido dizem que viagem poderia ter sido apenas um 'exercício de relações públicas'

Reuters,

30 de abril de 2008 | 18h19

A viagem secreta do príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono britânico, ao Afeganistão foi manchete dos principais jornal britânicos nesta quarta-feira, 30, e levantou questões se teria sido apenas um exercício de relações públicas.   Veja também: Galeria de fotos da viagem    "Os cínicos irão dizer que isso é uma tentativa de encobrir 'a celebração no Chinook'", disse à rede BBC Ken Wharfe, ex-funcionário do escritório de Proteção Real. O publicitário Max Clifford concordou. "Isso foi um bom exercício de relações públicas."   Recentemente, William foi criticado por usar helicópteros militares Chinook para uma despedida de solteiro de seu primo e para ir a casa da família de sua namorada Kate Middleton.   Segundo um porta-voz, o príncipe de 25 anos, que serviu na Força Aérea britânica, voou em um avião de carga até Kandahar. Ele ficou apenas 3 horas com o pessoal da base aérea e voltou para Inglaterra, informou o porta-voz.   A permissão para a viagem foi dada pela avó de William, a rainha Elizabeth, e seu pai, príncipe Charles. "O propósito da viagem foi a familiarização do príncipe com as operações da RAF", disse um porta-voz, acrescentando que a viagem de 30 horas "aconteceu sem nenhum obstáculo."   O príncipe voou em um avião de transporte militar C-17 Globemaster que deixou a base da Força Aérea Real no domingo. William chegou no Afeganistão no outro dia.   Neste ano, o irmão mais novo de William, Harry, serviu por 10 semanas nas forças britânicas na província de Helmand.

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