Darrin Zammit Lupi/Reuters
Darrin Zammit Lupi/Reuters

10 casos mais urgentes de crimes e ameaças contra jornalistas no mundo

'Estadão' publica mensalmente lista em parceria com a 'One Free Press Coalition'; confira as ocorrências denunciadas em novembro

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de novembro de 2019 | 06h00

Estado faz parte da One Free Press Coalition, iniciativa entre jornais e veículos de comunicação do mundo todo para denunciar crimes e ameaças contra jornalistas. A missão é usar as vozes coletivas de seus membros, que alcançam mais de 1 bilhão de pessoas, para defender os jornalistas que estão sendo atacados por perseguir a verdade.

A edição de novembro traz alguns crimes sem solução, como o caso da morte do colunista do Washington Post Jamal Khashoggi e da repórter investigativa Daphne Caruana Galizia. Khashoggi foi visto pela última vez entrando no Consulado da Arábia Saudita em Istambul, em 2 de outubro. De acordo com informações da polícia turca, ele foi brutalmente torturado antes de morrer. A morte de Galizia completou 2 anos em outubro, mas os autores do crime ainda não foram levados à justiça e nenhuma data de julgamento foi anunciada.

A lista traz ainda casos de jornalistas presos, desparecidos e que tiveram direitos violados, sofreram agressões físicas e psicológicas. 

Além do Estado, fazem parte da One Free Press Coalition importantes veículos internacionais como os jornais Financial TimesThe Boston GlobeCorriere della SeraSüddeutsche ZeitungLe Temps e De Standaard; os portais HuffPost, EURACTIV e Yahoo News; as revistas ForbesFortuneTime e Republik, as agências de notícias The Associated Press e Reuters; e as emissoras de televisão CNN Money Switzerland e Deutsche Welle.

 

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