29 mortos na embaixada

Em 17 de março de 1992, uma caminhonete carregada de explosivos e dirigida por um terrorista suicida, destruiu completamente o prédio da Embaixada de Israel em Buenos Aires, matando 29 pessoas. Funcionários da embaixada iraniana foram vinculados ao ataque, mas a polícia argentina nunca encontrou provas para levar nenhum envolvido a julgamento. A hipótese mais difundida era a de que a ação teria sido uma vingança pela morte de Abbas al-Musawi, secretário-geral do Hezbollah, assassinado por Israel em fevereiro daquele ano. Na época, o atentado foi considerado o maior ataque terrorista em solo argentino e uma das maiores matanças politicamente motivadas promovidas na América do Sul. No local da explosão está hoje a Praça Embaixada de Israel, onde se preserva parte do muro original. A sede atual da embaixada foi transferida para outro local.

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