3 iraquianos mortos e 8 soldados dos EUA feridos no Iraque

Uma explosão à passagem de um caminhão do exército dos EUA na madrugada desta quinta-feira no leste de Bagdá deixou seis soldados americanos feridos, enquanto que vários atacantes feriram na capital outros dois militares dos EUA. Nos ataques também morreram dois iraquianos e vários outros ficaram feridos. Uma explosão durante uma manifestação contra a suposta detenção de um clérigo xiita em Baqouba, a 55 km a nordeste de Bagdá, deixou um civil morto e vários feridos. Os episódios de violência ocorrem um dia depois de o presidente americano, George W. Bush, prometer que os ataques contra as forças militares não impedirão que os EUA cumpram sua missão no Iraque. Em Ramadi, a 100 km a oeste de Bagdá, um comboio integrado por duas caminhonetes Humvee passou sobre uma carga explosiva, ferindo seis soldados, disse o sargento Patrick Compton, porta-voz do exército em Bagdá. À tarde (hora local), um franco-atirador lançou uma granada contra um comboio do exército americano no centro de Bagdá, ferindo dois soldados; a tropa devolveu o fogo e matou um transeunte iraquiano e feriu outros, segundo testemunhas. A granada foi lançada por um indivíduo do teto de um veículo e explodiu debaixo da Humvee, disse o transeunte Saddam Juwad, mas a maior parte dos soldados conseguiu saltar da caminhonete antes da explosão. Quando os atacantes se afastaram do lugar a toda velocidade, os soldados dispararam, disseram várias testemunhas, matando o condutor de outro veículo. Em outra emboscada nesta quinta-feira, um disparo de um franco-atirador contra uma patrulha no bairro bagdali de Kadamiya feriu um soldado da 1ª Divisão do Exército, disse Compton. Os soldados responderam matando o atacante mas ferindo também um menino de seis anos que o acompanhava, acrescentou Compton. Segundo porta-voz, o soldado e a criança se encontram em condições estáveis em um hospital militar. Em Baqouba, testemunhas locais disseram que o incidente em que um homem morreu e vários outros ficaram feridos foi provocado pela suposta detenção do clérigo xiita Ali Abdul Karin al-Madani pelo exército americano. Compton, no entanto, disse não ter nehuma informação sobre o caso.

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