4 candidatos têm chance de ir ao 2º turno no Equador

Um clima de normalidade marcou neste domingo o dia eleitoral no Equador, onde, no encerramento davotação às 17h00 (hora local), quatro candidatos apareciam comchances reais de disputar o segundo turno. Pesquisas de boca-de-urna não foram divulgadas e só apósa abertura de um número razoável de urnas o Tribunal SupremoEleitoral pretendia divulgar os primeiros resultados parciais. Mas as últimas pesquisas mostravam a liderança doex-presidente Rodrigo Borja, na faixa dos 15% das intenções devoto, seguido de perto por três candidatos em posição de empatetécnico: o socialista León Roldós, o magnata da banana ÁlvaroNoboa (que não tem parentesco com o presidente Gustavo Noboa) eo coronel da reserva Lucio Gutiérrez, de tendência esquerdista eum dos participantes do golpe de Estado que derrubou, em 2000, opresidente eleito em 1998, Jamil Mahuad. "Quero convidar os equatorianos a comparecerem em massaàs mesas apuradoras para garantir que a vontade do povo sejarespeitada", disse ontem Gutiérrez ao fim da votação. Observadores eleitorais da União Européia apontaramdesorganização em algumas seções de votação, mas não reportaramnenhuma irregularidade. A votação foi suspensa em três muncípios do país,informou o ministro do Governo, Rodolfo Barniol: um na provínciade Manabí, onde a população decidiu não participar do processopara portestar contra a classe política, e dois na província deGuayas, onde ocorreram distúrbios entre membros das agremiaçõespolíticas. Além do presidente e vice-presidente, o equatorianoselegeram hoje 5 representantes no Parlamento Andino (pelaprimeira vez),67 conselheiros provinciais, 667 vereadores e doisprefeitos em municípios de recente criação.

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