42% dos britânicos apóiam ataque ao Iraque

Segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feirapelo jornal The Guardian, 42% dos britânicos se declararam afavor de um ataque militar ao Iraque para deter o terrorismointernacional e acabar com atentados como o ocorrido na ilhaindonésia de Bali. O levantamento, realizado pela firma britânica ICM com 1.008pessoas, mostrou um aumento de 10 pontos porcentuais ao apoio auma campanha bélica anglo-americana contra o chamado "eixo domal", em comparação com a última pesquisa. A sondagem indicou também que mais britânicos (41%) apoiam adecisão do primeiro-ministro Tony Blair sobre a necessidade "deatacar em duas frentes o terrorismo internacional, tanto o grupoAl-Qaeda, como as ameaças do Iraque". Por outro lado, 35% dos entrevistado pela ICM acreditam queas políticas belicistas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha"estão acrescentando mais violência" à situação. Segundo o The Guardian, esta pesquisa registrou o "índicemais alto de britânicos que apoiam a guerra" desde agosto desteano.Aumenta número de britânicos que apoiam a guerra Londres, 16 (AE-ANSA) - Segundo uma pesquisa publicada hojepelo jornal The Guardian, 42% dos britânicos se declararam afavor de um ataque militar ao Iraque para deter o terrorismointernacional e acabar com atentados como o ocorrido na ilhaindonésia de Bali. O levantamento, realizado pela firma britânica ICM com 1.008pessoas, mostrou um aumento de 10 pontos porcentuais ao apoio auma campanha bélica anglo-americana contra o chamado "eixo domal", em comparação com a última pesquisa. A sondagem indicou também que mais britânicos (41%) apoiam adecisão do primeiro-ministro Tony Blair sobre a necessidade "deatacar em duas frentes o terrorismo internacional, tanto o grupoAl-Qaeda, como as ameaças do Iraque". Por outro lado, 35% dos entrevistado pela ICM acreditam queas políticas belicistas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha"estão acrescentando mais violência" à situação. Segundo o The Guardian, esta pesquisa registrou o "índicemais alto de britânicos que apoiam a guerra" desde agosto desteano.

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