Mohd Rasfan/AFP
Mohd Rasfan/AFP

45 jornalistas foram assassinados em 2021 em todo o mundo, aponta entidade internacional

Número é menor do que o de 2020, quando 65 profissionais foram mortos; Afeganistão é o país mais letal

Redação, O Estado de S.Paulo

31 de dezembro de 2021 | 15h44
Atualizado 31 de dezembro de 2021 | 15h45

BRUXELAS - Quarenta e cinco jornalistas e profissionais da imprensa foram assassinados em todo o mundo em 2021, informou ontem a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ). O saldo é parecido com o relatado pela ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF), que apontou 46 mortes

“Este número representa um dos menores registros desde que a FIP começou a publicar relatórios anuais sobre jornalistas mortos em incidentes relacionados ao trabalho, incluindo assassinatos seletivos, fogo cruzado e bombardeios”, disse a entidade, em comunicado.

O país que mais registrou mortes foi o Afeganistão, com 9 assassinatos, seguido de México (8), Índia (4) e Paquistão (3).

De acordo com a FIJ, os riscos associados à cobertura jornalística de conflitos armados “diminuíram nos últimos anos em razão da baixa exposição dos profissionais de mídia, que têm feito cada vez menos trabalhos em áreas de risco”.

No entanto, a organização afirma que “as ameaças ligadas ao domínio de gangues criminosas, grupos armados e cartéis de drogas, das favelas do México às ruas de cidades europeias, como na Grécia e na Holanda, continuam aumentando”. / AFP

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