7.000.000 de garrafas de champanha iam pelo ralo. Estão salvas

Trabalhadores de um produtor de champanha falido desistiram, hoje, da ameaça de jogar o conteúdo 7.000.000 de garrafas do vinho espumante pelo ralo, depois que um tribunal de apelação aprovou um plano de salvamento que garantirá a maioria dos empregos da empresa.Os empregados deixaram suas barricadas nas adegas da Bricout et Delbeck depois que o tribunal da cidade de Reims deu o sim para a transferência de seus ativos para as casas produtores Moët et Chandon e Vrannken-Pommery.?Estamos muito, muito satisfeitos?, disse Bernard Beaulieu, do sindicato CGT. ?Terminamos a ocupação.?O tribunal rejeitou a objeção do ex-chefe-executivo da Bricout, Pierre Martin, contra o plano. Ele está sob investigação formal por fraude e abuso de monopólio depois que peritos-contadores encontraram um buraco nas contas da empresa.Beaulieu e outros ativistas ameaçaram destruir 6.000.000 de garrafas champanha e outras 800.000 do produto ainda não acabado, no valor de cerca de ? 50.000.000 (R$ 171.500.000), se o tribunal bloqueasse o plano.Mas ele sustentou uma decisão anterior de transferir os equipamentos de produção da Bricout para a Vranken-Pommery, que garantiu a absorção da maioria do quadro de empregados. Junto com as contratações a serem feitas pela Moët et Chandon, cerca de 90% dos 130 empregos da empresa estarão salvos.

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