A aposta chinesa e a ex-namorada de Evo

O presidente Evo Morales custeou seu projeto de redução da pobreza com o ciclo de alta das commodities. Com a queda do preço do gás natural, o país perdeu 37% das receitas. A solução do problema veio da China.

Luiz Raatz, O Estado de S. Paulo

22 de fevereiro de 2016 | 04h30

"Evo tenta compensar a queda de receita com US$7 bilhões da China para uma política contracíclica", disse ao

Estado o economista Roberto Laserna.

O empréstimo dobrou a dívida externa . A balança comercial entre os dois países é desfavorável para La Paz numa proporção de quatro para um. Com a verba, empresas chinesas foram contratadas para 11 projetos estratégicos.

Entre elas estava a CAMC, que construía uma usina de potássio no Salar de Uyuni. Ela foi excluída das licitações financiadas por Pequim. Na CAMC, trabalha como gerente a advogada Gabriela Zapata, ex-namorada do presidente.

 

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