A epidemia do culto à morte

A abominação geral dos ataques a civis inocentes é temperada pela ambivalência em muitos cantos turbulentos do mundo sobre o que exatamente significa ser um terrorista e debates acalorados sobre que interesses políticos ou ideológicos estão sendo servidos, justificados ou feridos. Na esteira de 11 de setembro, as diretrizes de combate do presidente Bush podem ter parecido claras quando ele prometeu "livrar o mundo do mal". Mas, na semana passada, no momento em que mergulhava sua administração na ebulição do caldeirão de violência do Oriente Médio e colocava seu prestígio a serviço da paz, Bush foi obrigado a reconhecer uma realidade mais ambígua. Leia mais no Estadão

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