A revolta na Praça Tahrir

1.Transição lenta. Previstas para setembro, as eleições parlamentares foram adiadas. A oposição tornou-se mais fragmentada e aumentaram as incertezas

O Estado de S.Paulo

22 de novembro de 2011 | 03h02

2.Poder militar. O Exército tenta garantir poder para intervir na política, sem controle civil. Os militares prometeram suspender a lei de emergência - que confere superpoderes às forças de segurança - em vigor desde 1981, mas voltaram atrás

3. Crise econômica. Os egípcios não viram melhora nas condições de vida. Os protestos custaram 4,2% do PIB, os turistas sumiram, as reservas em moeda estrangeira caíram 30% e a bolsa do Cairo, 42% desde o início dos protestos

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