AP Photo/Wong Maye-E
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A segurança da cidade-Estado

80 mil militares em regime de alerta laranja - o último antes da condição de conflito - trabalham durante encontro de Kim e Trump em Cingapura

Roberto Godoy, O Estado de S.Paulo

11 Junho 2018 | 23h03

Cingapura é uma fortaleza de 721 km² ocupada por pouco mais de 5,6 milhões de pessoas, garantida por um impressionante aparato militar. As leis são fortes e o rito jurídico é rápido. Crimes de corrupção, tráfico de drogas, contrabando e prostituição são punidos severamente – o porte de mais de 15 gramas de cocaína, por exemplo, acarreta pena de morte. Certos delitos são castigados com chibatadas. Em 2017, houve apenas um homicídio.

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A escolha da cidade-Estado para receber Kim Jong-un e Donald Trump tem a ver com a segurança. As outras possibilidades, Malásia e Tailândia, foram descartadas. Cingapura abriga regularmente encontros internacionais. A economia é sustentada pelos complexos de investimentos, de comércio, transporte e tecnologia. No pequeno território, menor que Campinas, funcionam 10 mil empresas americanas, britânicas e indianas.

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A segurança está a cargo de 80 mil militares em regime de alerta laranja – o último antes da condição de conflito. Utilizam caças americanos F-15 modificados para atender às exigências da aviação do país, tidos como tendo melhor desempenho que as versões dos EUA. Tanques, navios e mísseis seguem o padrão. Na tropa, os times Desafio, de operações especiais, são listados pelo Pentágono entre os cinco melhores do mundo. A vigilância do Hotel Capella, onde se reunirão Trump e Kim, está com eles.

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