A tragédia de Serra Leoa

O Estado de S.Paulo

31 Maio 2012 | 03h10

Pequeno país da costa oeste da África, Serra Leoa entrou em guerra civil em 1991, depois que forças da vizinha Libéria - do presidente Charles Taylor - ajudaram o grupo Frente Revolucionária Unida (FRU) a tentar derrubar o presidente Joseph Momoh. O golpe inicialmente fracassou, mas deu início a uma espiral de violência cujo objetivo era o controle sobre zonas de exploração de diamantes.

Em 11 anos, 55 mil pessoas - sobretudo não combatentes - seriam mortas, em meio a combates irregulares e atos de barbárie contra a população civil. Em 1999, o Exército e os rebeldes da FRU acertaram um instável acordo que dividia poderes de governo e controle sobre as regiões de mineração. Apesar do pacto, a violência persistiu, causando a intervenção das potências e de tropas das Nações Unidas. A guerrilha apoiada por Taylor foi finalmente derrotada em 2002.

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