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Acordo com Coréia do Norte estaria próximo após fracassos

As negociações nucleares com a Coréia do Norte parecem apontar para algum tipo de acordo, apesar da intensa barganha com os Estados Unidos a respeito da ajuda energética que o regime comunista receberia. Uma sessão inicial de negociações sobre o tema energético fracassou, mas os diplomatas entraram pela madrugada de terça-feira (horário de Pequim; tarde de segunda-feira no Brasil), na esperança de um acordo de última hora. "Há uma possibilidade de que os delegados obtenham um acordo hoje à noite", disse uma autoridade sul-coreana à Reuters. Sob anonimato, uma fonte sul-coreana disse à agência chinesa Xinhua que um documento conjunto "atingiu a fase final" e deve ser adotado na terça-feira. Estados Unidos, China, Rússia, Japão e as duas Coréias já aceitaram a maior parte de um plano que obrigaria Pyongyang a desativar suas instalações nucleares em troca de garantias econômicas e de segurança. Alguns dos participantes desconfiam se a Coréia do Norte, já sob sanções da ONU devido ao seu teste de arma nuclear em outubro, pretende realmente cumprir sua parte no eventual acordo. Nesta segunda-feira, Espanha e Reino Unido fecharam um acordo decidindo que haverá apenas uma autoridade britânica na região, para congelar ativos financeiros e tomar medidas contra o regime de Pyongyang.Duas fontes japonesas afirmaram ter ouvido do negociador da China, Wu Dawei, que a Coréia do Norte estaria próxima de aceitar o acordo, que incluiria o fechamento da usina de Yongbyon e o fornecimento de uma lista de outras instalações. Os diplomatas pretendem divulgar uma declaração informando o que a Coréia do Norte receberia em troca de desativar a usina de Yongbyon, que produz plutônio usável em armas nucleares.

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