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Acusado de sequestrar mulheres nos EUA vai alegar inocência, diz advogado

Jaye Schlachet afirmou que Ariel Castro está sob observação na cadeia para que não cometa suicídio

O Estado de S. Paulo,

15 de maio de 2013 | 14h22

CLEVELAND - Acusado de manter três mulheres em cativeiro e estuprá-las ao longo de uma década em sua casa em Cleveland, nos Estados Unidos, Ariel Castro planeja alegar inocência de todas as acusações, disse o advogado dele nesta quarta-feira, 15.

Castro, de 52 anos, está sob observação na cadeia para que não cometa suicídio, disse seu advogado Jaye Schlachet em entrevista por telefone.

Carta. Em uma carta, encontrada pelos policiais na casa do acusado, Castro diz que "foi culpa das vítimas terem sido sequestradas da forma que foram". Ele oferecia uma carona às meninas e ao invés de levá-las ao lugar que precisavam ir, as levava para a casa dele.

Fuga. Na semana passada, Castro foi indiciado por quatro crimes de sequestro e três de estupro. As três mulheres sequestradas - Amanda Berry, Gina DeJesus e Michelle Knight -, junto com uma criança de seis anos que é filha de Castro com Berry e nasceu no cativeiro, escaparam da casa dele. Amanda conseguiu fugir do local após receber a ajuda de um vizinho e chamou a polícia.

Os irmãos de Ariel, Pedro, de 54 anos, e Onil, 50, chegaram a ser presos no mesmo dia da fuga, mas não foram indiciados. Segundo a polícia, eles não tiveram envolvimento nos sequestros. / REUTERS

 
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