Adesão a plano do governo para salvar ano letivo é baixa

A adesão ao plano do governo chileno para evitar a perda do ano letivo dos estudantes secundaristas em razão dos protestos estudantis no país é de apenas 40% até agora. O plano, intitulado "Salvemos o ano Letivo", foi lançado no dia 10. Uma das mães de alunos do Instituto Nacional afirmou que os pais resistem porque o plano praticamente transfere o ensino para a internet.

Fernando Gabeira, O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2011 | 00h00

Entre os especialistas, cresce o pessimismo sobre uma saída para o impasse político. Muitos acham difícil que os estudantes imponham um modelo ao governo. Para o ex-ministro da Educação Ernesto Schiefelbein, a ineficiência das escolas subvencionadas é a mesma das públicas. "Não há relação direta entre investir mais e solucionar os problemas. O Equador dobrou seus investimentos, com resultados modestos", diz.

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