Adolescente violentada por mais de um ano em base israelense

Ao menos 20 soldados e empregados do exército são suspeitos de violentarem durante mais de um ano uma adolescente deficiente mental em uma base da força aérea israelense no sul do país.A polícia militar interrogou cerca de quinze soldados do contingente e a vários empregados civis do exército, mas não realizou detenções. A adolescente, filha de um militar de carreira, havia sido hospitalizada várias vezes por problemas psiquiátricos.A menina tinha apenas 13 anos quando foi violentada. Os implicados no caso afirmaram que ela consentia com as relações e que pensavam que ela tinha mais de 16 anos.O comandante chefe da força aérea, general Elyezer Shkedy, afirmou que os atos são "graves" e "contrários às normas de comportamento e à ética do exército". Atualmente, a adolescente estuda em uma instituição privada sob vigilância psicológica e seus parentes abandonaram a região.

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