Adúlteras serão apedrejadas até a morte no Sudão

Duas mulheres sudanesas foram condenadas à morte por apedrejamento por terem cometido adultério. As acusadas não foram auxiliadas por um advogado. O julgamento foi executado em árabe, que não é a língua-mãe das sudanesas, conforme informou a Anistia Internacional, organização sediada em Londres que defende os Direitos Humanos.Sadia Idriss Fadul foi condenada no dia 13 de fevereiro, e Amouna Abdallah Dldoum no dia 6 de março. As sentenças podem ser executadas a qualquer momento, segundo um comunicado da organização.As duas mulheres pertencem a uma tribo que não fala árabe, mas os processos, realizados no estado central de Ghezira, se desenvolveram em árabe e sem a presença de intérpretes.A Anistia Internacional acrescentou que "uma das mulheres, Sadia Idriss Fadul, está com um de seus filhos na prisão com ela".O homem que foi processado com Fadul foi solto porque não havia provas suficientes contra ele.

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