Advogada critica centro de detenção no Novo México

Uma advogada que ajuda imigrantes da América Central alojados em um centro de detenção temporário no Novo México, nos EUA, comparou a instalação à prisão militar na Baía de Guantánamo, em Cuba.

AE, Estadão Conteúdo

16 de agosto de 2014 | 15h52

A advogada Pamela Muñoz disse, segundo texto publicado hoje no jornal El Paso Times, que os imigrantes estão em um limbo legal, sem acusações formais e sem o devido processo legal, assim como acontece em Guantánamo. Os imigrantes estão alocados em um centro na cidade de Artesia, no Novo México.

Um porta-voz do Serviço de Imigração e Alfândega respondeu que o centro de detenção e outras instalações similares operam em um ambiente aberto, incluindo salas de lazer, serviços sociais e com acessibilidade à assessoria legal.

Segundo as autoridades, até quinta-feira desta semana o centro de Novo México abrigava 532 pessoas. Esses imigrantes fazem parte dos mais de 57.000 menores de idade que cruzaram ilegalmente a fronteira no sul dos EUA nos últimos meses. Fonte: Associated Press.

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