Eduardo Abad/Efe
Eduardo Abad/Efe

Advogado de Assange reitera que cliente deve ser 'protegido' contra EUA

Baltasar Garzón disse que não nenhuma novidade 'substancial' sobre o caso do criador do WikiLeaks

Efe,

06 de setembro de 2012 | 20h32

SEVILHA - O ex-juiz espanhol Baltasar Garzón, advogado do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, reiterou nesta quinta-feira, 6, que seu cliente só deve responder perante a Justiça sueca após a formulação de acusações palpáveis e com a garantia de que o mesmo não será extraditado aos Estados Unidos.

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Garzón, que participa de um encontro na cidade espanhola de Sevilha, disse aos jornalistas que "não há nenhuma novidade" substancial em relação à situação do jornalista australiano, que, por sua vez, segue refugiado na Embaixada do Equador em Londres. "A nossa posição é muito clara: Julian Assange está disposto e, além disso, deve responder as acusações. Agora, elas precisam ser adequadamente formuladas na Suécia", assinalou o advogado.

Após essa formulação, Garzón afirmou que seu cliente deve ser "protegido" para que ele só "preste contas" à Justiça sueca, ou seja, não seja extraditado aos EUA. Refugiado na embaixada do Equador em Londres desde junho, Assange conta com o asilo político do país sul-americano, mas o Reino Unido impede sua saída ao não emitir um salvo-conduto.

 

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