Africanos se comprometem a lutar pelo Estado de direito

Os ministros que participaram da Primeira Conferência Africana sobre o Desenvolvimento Humano se comprometeram, em um comunicado divulgado neste domingo, 8, a trabalhar juntos para estabelecer uma estratégia comum no desenvolvimento e na edificação de um Estado de direito.Em comunicado intitulado "a Declaração de Rabat", os participantes destacaram que "cada país africano deve levar à frente programas para as reformas econômicas e sociais, promover o Estado de direito, a boa gestão, a democracia e a incorporação do papel da mulher no desenvolvimento, para consolidar as possibilidades de um crescimento durável e sustentável".Na Declaração de Rabat, os ministros africanos ressaltaram a necessidade de reforçar a cooperação entre os países do sul e do norte, para otimizar as potencialidades e dividir as atribuições.Na abertura da conferência, realizada nesta sexta-feira, 6, o rei Muhammad IV, do Marrocos, disse que o desenvolvimento global da África passa "imperativamente" pela consolidação da estabilidade, da paz e da segurança e também pelo reforço da democracia e do respeito aos direitos humanos.Muhammad IV, cujo discurso foi lido pelo ministro de Assuntos Exteriores marroquino, Mohamed Benaissa, acrescentou que os programas de desenvolvimento têm de ser concentrados na educação, na saúde, na proteção do meio ambiente e na luta contra a pobreza.

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