Africanos traçam plano para expandir livre comércio

Líderes africanos chegaram a acordos neste domingo ao traçar planos para a próxima fase de negociações sobre a criação do maior bloco de livre comércio do continente, de acordo com comunicado divulgado após reuniões. O novo bloco integraria o Mercado Comum para o Leste e o Sul da África (CMESA, na sigla em inglês), a Comunidade do Leste Africano (EAC) e a Comunidade de Desenvolvimento sul-africano (SADC), uma ideia que surgiu em 2008.

AE, Agência Estado

12 de junho de 2011 | 20h45

O objetivo é combinar as economias de 26 países, totalizando cerca de US$ 875 bilhões. Esses países abrigam 700 milhões de pessoas. O bloco pretende aumentar a conectividade entre os países e reduzir os custos dos negócios, aumentando fluxos de investimento para resolver restrições de capacidade.

"Agora está bem documentado que a integração regional é um dos quatro fatores que têm sustentado o crescimento da África na última década, assim como a rápida e robusta recuperação da recente crise financeira", disse o vice-presidente da Comissão da União Africana, Eratus Mwencha. O bloco deve se reunir novamente em dois anos. As informações são da Dow Jones.

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