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Hayne Palmour IV/The San Diego Union-Tribune via AP
Hayne Palmour IV/The San Diego Union-Tribune via AP

Afro-americano apontou cigarro eletrônico para policiais antes de ser morto

Caso provocou novas manifestações na cidade; população pede divulgação do vídeo do incidente

O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2016 | 16h39

WASHINGTON - A Polícia de El Cajon, na Califórnia, informou que o homem negro que foi morto a tiros por autoridades locais na terça-feira havia apontado um cigarro eletrônico para os agentes, e não uma arma. Ele foi identificado como Alfred Okwera Olango, um refugiado de 38 anos, natural de Uganda.

Dois policiais abordaram Olango e afirmaram ter disparado após ele apertar as duas mãos em posição de tiro. "O vaporizador tem um cilindro prateado de 2,5 centímetros de diâmetro e 7,5 de comprimento como relatou o agente", explicou em um comunicado a Polícia de El Cajon, que fica nos arredores de San Diego.

Os policiais teriam ido ao local após receberem chamadas alertando para a presença de um homem com "comportamento suspeito". Um dos agentes envolvidos disparou com uma pistola elétrica tipo "taser" e o outro com sua arma de serviço.

A polícia divulgou uma fotografia extraída de um vídeo caseiro do momento em que Olango apontou para um dos agentes. As imagens, por enquanto, ainda não devem ser divulgadas pela corporação.

Segundo a emissora CNN, uma mulher aparece no vídeo falando que havia ligado para a polícia com o objetivo de conseguir ajuda para o homem, do qual ela alega ser irmão. A mulher descrevia Olango como uma pessoa "doente".

Na quarta-feira, pelo segundo dia consecutivo, dezenas de pessoas protestaram em El Cajon pela morte do refugiado, pedindo a divulgação do vídeo do incidente e reivindicando uma investigação independente do caso. / EFE

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