Nicholas Kamm / AFP
Nicholas Kamm / AFP

Ainda é cedo para reintegrar Rússia ao G-7, defendem países-membros

Durante café da manhã do G-7 países membros concordaram em 'fortalecer diálogo com a Rússia'; país foi expulso do grupo após anexar a Crimeia a contragosto da comunidade internacional

Redação, O Estado de S.Paulo

25 de agosto de 2019 | 08h14

Líderes do G-7, reunidos no sul da França para o encontro da cúpula, concordaram em "fortalecer o diálogo e a coordenação com a Rússia na atual crise", mas alegaram que "era muito cedo" para se reintegrarem ao grupo. A informação é de uma fonte diplomática.


 

Os sete líderes do fórum, que reúne o presidente americano Donald Trump, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Emmanuel Macron, adotaram essa posição comum durante o jantar de sábado, 24, de acordo com a fonte. A Rússia foi excluída do que era o G-8 foi em 2014, depois de anexar a península ucraniana da Criméia, no Mar Negro, que nunca foi reconhecida pela comunidade internacional.

Trump, cujo país sediará a próxima cúpula do G-7 em 2020, foi questionado após o café da manhã da cúpula sobre a possibilidade de a Rússia ser reintegrada. "É algo que eu não sei. Mas certamente é possível", respondeu o presidente dos EUA. / AFP

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