Além da linha vermelha

Em agosto, o presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou que o emprego de armas químicas pelo regime de Bashar Assad representava uma "linha vermelha", a qual, caso fosse ultrapassada, levaria a uma intervenção americana. Na época, os EUA trabalhavam com cenários de uso em larga escala do arsenal proibido de Assad. No entanto, segundo relatos nos últimos meses - e a reportagem publicada ontem por Le Monde -, Damasco está usando de forma pontual agentes químicos contra os rebeldes. O governo Obama não reagiu.

O Estado de S.Paulo

28 Maio 2013 | 02h05

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