Alemanha, que rejeitou integrar missão da Otan, reconhece governo rebelde

A Alemanha, que rejeitou participar da campanha aérea da Otan contra a Líbia, reconheceu o opositor Conselho Nacional de Transição como o representante legítimo do país, disse o ministro de Relações Exteriores Guido Westerwelle durante visita à capital rebelde de Benghazi. O anúncio do ministro foi feito após semanas de hesitação da Alemanha sobre se reconheceria os líderes rebeldes como uma alternativa para o governo do ditador líbio, Muamar Kadafi.

, O Estado de S.Paulo

15 de junho de 2011 | 00h00

A Alemanha também anunciou que abrirá uma pequena missão em Benghazi, unindo-se a EUA, União Europeia, ONU, Grã-Bretanha, França, Espanha, Malta e Catar, que estabeleceram presença na cidade nas últimas semanas.

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