Alerta dos EUA sobre militantes afeta relações, diz Paquistão

O Ministério de Relações Exteriores do Paquistão afirmou nesta quinta-feira que o alerta dos Estados Unidos sobre os militantes que atuam no território paquistanês contraria a cooperação dos dois países contra o terrorismo.

ZEESHAN HAIDER E QASIM NAUMAN, REUTERS

15 Setembro 2011 | 08h52

O governo norte-americano responsabilizou os militantes pelo ataque desta semana contra sua embaixada em Cabul, no Afeganistão.

A chancelaria paquistanesa se referia aos comentários do secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, de que os EUA farão o que for preciso para defender as forças baseadas no Afeganistão contra os militantes baseados no Paquistão.

"Nós acreditamos que esses comentários não estão de acordo com a cooperação que existe entre os dois países", disse a repórteres a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores Tehmina Janjua.

Autoridades dos EUA suspeitam que militantes da rede Haqqani estejam por trás do ataque de terça-feira com foguetes contra o complexo da embaixada norte-americana na capital afegã, bem como a explosão de um caminhão-bomba no sábado passado, na qual ficaram feridos 77 integrantes das forças do país.

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