Alertas de tsunami vão do Chile à Austrália

A Rússia está monitorando o risco de tsunami em suas regiões orientais, depois que um terremoto de 8,8 graus na escala Richter atingiu o Chile nesta madrugada, mas ainda não emitiu um alerta oficial, informou o centro de monitoramento do país.

MARCÍLIO SOUZA, Agencia Estado

27 de fevereiro de 2010 | 09h13

"Vamos decidir amanhã, à meia noite na hora de Sakhalin (11h deste sábado em Brasília) se emitiremos um alerta, dependendo das circunstâncias e dos registros das estações de medição mais próximas", disse uma porta-voz do centro, que se localiza na principal cidade da ilha de Sakhalin, no mar de Okhotsk, ao norte do Japão.

O governo dos EUA emitiu alertas de tsunami para todas as regiões do Pacífico após o tremor. O alerta envolve países da América do Sul, bem como Austrália e Nova Zelândia. Nas Filipinas, o governo pediu às comunidades costeiras no lado oriental do arquipélago que se preparem para uma possível evacuação de suas casas.

Há pouco, o ministro do Interior do Chile, Edmundo Perez Yoma, disse que o número de pessoas mortas no país por causa do abalo é de pelo menos 64. O terremoto ocorreu 325 quilômetros a sudoeste de Santiago e a 115 quilômetros da segunda maior cidade chilena, Concepción, que está sem energia elétrica nem telefone. As informações são da Dow Jones.

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