Americana manda preservativos com explosivos pelo correio

A ex-garçonete de clubes de strip-tease, Kimberly Lynn Dasilva, de 40 anos, mandou preservativos cheios de uma mistura potencialmente explosiva pelo correio a uma estação de televisão, clubes de strip-tease e outros lugares, dizendo que ela não agüentava mais ser confundida com uma prostituta pelos homens.Nenhum dos preservativos explodiu. Eles estavam cheios da mistura de detergente de lavagem a seco e gasolina, que podem explodir quando são combinados, disseram as autoridades. Dasilva disse aos investigadores que ela não sabia que os preservativos poderiam explodir.No dia 21 de setembro do ano passado, um pacote suspeito chegou na Universidade do Estado de Bridgwater, de acordo com dois investigadores do FBI. Quando foi descoberto que um fluído vazava do pacote o prédio foi evacuado e o esquadrão anti-bombas do estado foi chamado. Um recado dentro do pacote dizia "boom".No dia seguinte, mais cinco pacotes cheios da mesma substância foram encontrados na agência de correio de Brockton, de acordo com o atestado do FBI. Os pacotes eram endereçados para a estação de televisão de Boston, a WFXT, uma rádio de Boston, um clube de motociclistas em Taunton e dois clubes de strip-tease.Dasilva, mãe solteira de dois adolescentes, foi presa uma noite antes dos agentes do FBI encontrarem cartas escondidas em fendas no teto de sua casa. Nas cartas havia as mesmas substâncias dos outros casos.Na última segunda-feira, o juiz Robert B. Collings a soltou estipulando uma fiança de US$10.000 e marcou uma nova audiência do caso para o dia 23 de fevereiro.Quando contactada pelo The Boston Globe, nesta quinta-feira, Dasilva disse que não tinha nada a comentar.

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