AP Photo/Ann Heisenfelt
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Americano que matou leão no Zimbábue é alvo de ameaças e protestos; veja imagens

Manifestantes se reuniram do lado de fora do consultório do dentista Walter Palmer, que disse em comunicado que se arrepende de ter matado o leão Cecil

O Estado de S. Paulo

29 de julho de 2015 | 20h39

MINEÁPOLIS  - A polícia de Minnesota está investigando relatos de ameaça contra um dentista que matou o mais famoso leão do Zimbábue próximo de uma reserva de preservação da vida selvagem, ato que gerou uma tempestade global de mensagens de ódio nas redes sociais. 

Manifestantes se reuniram nesta quarta-feira, 29, do lado de fora do consultório do dentista Walter Palmer, de 55 anos, um ávido caçador, que disse em comunicado que se arrepende de ter matado, em 1º de julho, o leão chamado Cecil. Ele afirmou que havia contratado dois guias profissionais locais que lhe asseguraram licenças de caça e acreditava que suas ações estavam dentro da lei.

Na terça-feira, Palmer temporariamente fechou seu consultório, River Bluff Dental, em Bloomington, Minnesota, em meio a mensagens que desejavam sua morte e amplas críticas nas redes sociais sobre suas práticas de caça.

Cecil foi atraído para fora do Parque Nacional de Hwange com uma isca e foi ferido com um arco e flecha. Após fugir, o felino foi morto a tiros 40 horas depois pelos caçadores.

A polícia de Bloomington aumentou as patrulhas ao redor do consultório e investiga uma ameaça por telefone, disse o vice-chefe de polícia, Mike Hartley. / REUTERS 

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