Amorim defende nova reunião da OEA sobre Honduras

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje que "talvez seja o caso de ter outra reunião da OEA (Organização dos Estados Americanos) para ter outras medidas com impacto com relação a Honduras", em entrevista coletiva após participar de evento sobre israelenses e palestinos. O governo brasileiro considera que houve um golpe de Estado em Honduras na deposição de Manuel Zelaya da Presidência daquele País e o condena "veementemente".

ADRIANA CHIARINI, Agencia Estado

27 de julho de 2009 | 17h19

Amorim defendeu genericamente medidas que não tenham impacto sobre o povo hondurenho, mas sobre "aqueles que deram o golpe". Elas seriam tomadas pelos países da OEA para reforçar a posição da Organização, que já desfiliou Honduras pela deposição de Zelaya.

Amorim citou que os países poderia tomar providências ligadas a vistos e contas bancárias para as pessoas responsáveis pela deposição de Zelaya e suas famílias. Mas também disse que "qualquer apoio orçamentário a Honduras teria que ser retirado". O chanceler brasileiro disse que não vê onda de golpes, mas completou que "é preciso agir com firmeza para que alguém não seja tentado a fazer a mesma coisa".

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