Amorim evita falar se embaixador é cogitado para ONU

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reagiu com picardia ao ser abordado pela imprensa, hoje, sobre a possibilidade de uma indicação do embaixador Luiz Alberto Figueiredo para a vaga que será deixada por Yvo de Boer na secretaria-executiva da Convenção do Clima das Nações Unidas.

DENISE CHRISPIM MARIN, Agencia Estado

18 de fevereiro de 2010 | 18h27

"Você está me dando essa ideia agora. Estou ouvindo pela primeira vez", afirmou Amorim, longo ao sair de um seminário internacional promovido no 4º Congresso do PT. "O embaixador Figueiredo é um negociador muito competente. Mas, se for pra lá, vai nos fazer falta", completou, com o cuidado de não sinalizar sobre o futuro do diplomata.

Considerado o mais preparado negociador sobre questões de meio ambiente e de clima do Itamaraty, Figueiredo liderou a delegação do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-15), ocorrida em dezembro passado em Copenhague.

Durante o evento, foi indicado um dos responsáveis pela elaboração da proposta de texto final. Embora a conferência tenha resultado em fracasso, do ponto de vista das pretensões do Brasil, o diplomata brasileiro se destacou no desempenho de suas atribuições.

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