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Anistia condena embargo americano e repressão em Cuba

A Anistia Internacional (AI) exortou o governo americano a levantar o embargo que mantém contra Cuba e criticou a recente aplicação de medidas enérgicas contra a oposição pelo governo cubano, incluindo o julgamento sumário e execução de três homens. As recomendações do organismo aparecem em um novo informe divulgado na noite desta segunda-feira: "Cuba: Medidas Essenciais? Violação de direitos humanos em nome da segurança". O informe, que questiona a eficiência do embargo imposto a Cuba desde os anos 60, também critica os julgamentos sumários e as execuções por pelotões de fuzilamento de três homens declarados culpados de tentar seqüestrar uma balsa cheia de passageiros. "A Anistia Internacional condena o aumento de graves violações aos direitos humanos como algo indigno e pede a libertação imediata e incondicional de todos os prisioneiros de consciência", afirmou em um comunicado o doutor William F. Schulz, diretor executivo da AI nos EUA. Também pediu uma moratória da pena de morte em Cuba. "Mais ainda, reconhecemos que o embargo é um mecanismo sem eficácia para promover os direitos humanos, e a organização está muito preocupada por ter contribuído para que haja abusos em algumas situações", acrescentou Schulz.

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